Cursos universitários sobre o “golpe” de 2016: aonde vamos chegar?

golpe-7Um professor da Universidade de Brasília organiza um curso sobre o que ele chama de golpe de 2016, numa referência ao impeachment da ex-presidente Dilma. O MEC intervém. O ministro da Educação Mendonça Filho diz que a universidade não pode usar da liberdade de cátedra para fazer propaganda ideológica. O caso repercute. A atitude do ministro gera um efeito dominó. Em poucos dias, cursos sobre “golpe de 2016” são organizados em pelo menos dez universidades públicas Brasil afora. Estava errado o professor da UnB. Estava mais errado ainda o ministro da Educação. Continuar lendo

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Por que precisamos do politicamente correto

politicamente-corretoPara desespero de muitos que se colocam como conservadores, o politicamente correto veio para ficar, e não por acaso: se trata de uma postura voltada para a positivação de grupos que sofreram e ainda sofrem formas variadas de discriminação, exclusão e estigmatização, com destaque para negros, homossexuais e mulheres, ao que também podemos acrescentar indígenas e idosos, por exemplo. Continuar lendo