Protestantismo e repressão sexual

No ensaio “Rejeições religiosas do mundo e suas direções”, o sociólogo alemão Max Weber procurou elucidar as relações de tensão entre as religiões de salvação e o mundo profano e como o ascetismo, em suas variadas formas, buscou responder, em termos comportamentais, a demanda por uma ética condizente com o caráter sagrado de um deus ou uma doutrina. Embora não tenha abordado a questão sexual neste ensaio, fica claro como esses credos tiveram dificuldade de lidar com a regulação do comportamento dos fiéis.

Uma das questões mais caras às religiões de salvação é o tema da sexualidade. Muitos ocidentais ficam chocados com notícias de mutilação genital de meninas, apedrejamento e estupros de mulheres no mundo muçulmano e também com a ojeriza de alguns de seus sacerdotes para com a questão sexual. A problemática, porém, não diz respeito apenas à religião islâmica e, se hoje ela está  em maior evidência, deve-se mais aos embates ideológicos e militares com o mundo ocidental do que com um comportamento particularmente repulsivo ao Ocidente.

Historicamente, essa foi uma questão delicada também para o Cristianismo. Temas como o monasticismo, a castidade, a sujeição da figura feminina e sua relação com o pecado e o Diabo na Idade Média estiveram presentes desde as discussões teológicas até os tribunais da Inquisição. A Idade Média foi um período de forte desvalorização do corpo,  condenação do nu da dança, ginástica e as atividades corporais passaram a ser rigidamente controladas e depreciadas. A Reforma, mudou a ética medieval para uma conduta laica, também engendrou seus próprios obstáculos, recentemente superados com a liberalização dos costumes em algumas igrejas históricas em países ricos, como a aprovação de nomeação de sacerdotes homossexuais. Para o calvinismo, por exemplo, o sexo é apenas uma concessão divina na vida de homens e mulheres, uma espécie de remédio contra a luxúria, pois o corpo, como na teologia agostiniana, era visto como a prisão da alma.

No que diz respeito às igrejas de orientação pentecostal (embora não apenas estas) e fundamentalistas, sexo ainda constitui tabu em alguns de seus meios. As mudanças comportamentais das últimas décadas com a destradicionalização dos costumes em médios e grandes centros urbanos, a abordagem frequente da sexualidade e da homossexualidade na mídia, o crescimento do número de divórcios, os debates sobre a legalização do casamento gay, as relações extra-conjugais, entre outras questões, têm levado muitas igrejas protestantes a enfrentarem sucessivas crises ao lidar com temas tão delicados com seus fiéis.

Como vivemos em uma sociedade bastante erotizada, com ampla exposição da nudez nos meios de comunicação e constante incentivo à busca do prazer e da satisfação pessoal, é natural que algumas pessoas adotem posturas de resistência a esses significados. Os grupos religiosos são os principais porque fundamentam sua conduta na noção de um além reservado a quem nega o mundo, ou de um Deus punitivo que condenará aqueles que buscam satisfação pessoal ao invés da reprodução da espécie. Um exemplo que em nossos dias tem chamado a atenção é o “culto das princesas” da ex-cantora do grupo SNZ Sarah Sheeva, uma reunião de autoajuda onde só podem participar mulheres que afirmam incansavelmente umas para as outras que são “princesas”. Com sua acessoria, seu cunhado lidera o “culto dos príncipes” para os homens. Essas pessoas são incentivadas a deixar o comportamento de “cachorros” e “cachorras” (sic). Homens, por exemplo, são incentivados a atravessar a rua antes de passar por uma mulher gostosa para não pecar.

Lembro-me do tempo que frequentava a Assembleia de Deus em Imperatriz, Maranhão, na minha adolescência. Após uma escola bíblica dominical, o pastor reuniu todos os jovens e histrionicamente gritou com todo o grupo pelo fato ter visto alguns casais de namorados se beijando na noite anterior em frente à igreja. Um dos rapazes passou por um grande constrangimento ao ser apontado pelo pastor como alguém que fazia isso e ser comparado a um jumento. Tanto nesta, como na igreja batista (pra mencionar apenas o que eu presenciei), o tema era abordado sempre numa relação de imposição, ameaças de afastamento das atividades da igreja, apelo à autoridade inconteste da liderança e, é claro, de padecimento no inferno.

Recentemente, em pesquisa de campo para minha tese de doutorado, assistia a um culto numa igreja neopentecostal e a líder se dirigiu a uma moça na plateia lhe advertindo para não namorar pessoas “não crentes”, como são chamados os não protestantes, e que essas pessoas são enviadas pelo Diabo, e por isso são “lixo”. Além da situação vexatória a que ela expôs a moça, há o preconceito arraigado para com os que não pertencem à comunidade religiosa. Ao chamá-los de “lixo”, a líder cria uma segregação entre os que são de dentro e os de fora. Ela ainda se orgulha de falar asperamente com as pessoas afirmando que faz a “vontade de Deus”. As pessoas conferem a esses líderes um poder enorme sobre suas condutas. Mesmo quando elas não fazem o que tais lideranças dizem, o simples fato de baixar a cabeça para suas admoestações já demonstra a incapacidade que possuem de formular sentidos para suas próprias vidas.

Sexo mesmo, só depois do casamento, e ainda com algumas ressalvas. Que ressalvas? Na internet, não faltam sites evangélicos de aconselhamentos sobre os mais variados temas relacionados ao sexo. Um deles, chamado Sexo Cristão, fala sobre sexo anal, oral, ejaculação no rosto, além de respostas a perguntas bastante inusitadas de fiéis que pedem conselhos. Em um desses textos, intitulado “Sexo no Casamento: tabus, preconceito e santidade”, o autor escreve:

O que fazer, então, quando se descobre que o marido ou a esposa é uma bênção na Igreja, mas na cama não atinge aos anseios sexuais? Deve-se continuar o casamento pela vida inteira pelo simples fato da satisfação social? São perguntas que pretendemos responder ao longo do nosso estudo.

Antes, gostaria de trazer à luz um dado curioso: de muitos atendimentos que fiz nessa área, os grandes queixumes partiram das mulheres (acredito que 90%), que se diziam total ou parcialmente insatisfeitas com seus maridos. O mais desolador é saber que muitas dessas ou já haviam buscado satisfação sexual com outro homem ou pensavam em fazer. Esse dado é preocupante e curioso por dois aspectos: primeiro porque ao longo da história, da tradição e visão machistas, sabe-se que o homem sempre foi conhecido por seu grande apetite sexual; e segundo, que as mulheres como as mais fiéis. Parece-nos, pela estatística acima, que a situação mudou. A análise até que faz um certo sentido quando o ser humano é visto individualmente, nutrido de objetivos egoístas, instintivo, animal. E isto gera um grande problema se trouxermos a visão egoísta do prazer sexual para dentro do casamento.

De uma forma geral, o homem, por sua natureza, é um ser extremamente insaciável. Ou seja, ele sempre está querendo mais e mais, e nunca está satisfeito com o que tem. Em alguns aspectos de vida, isso é muito bom, mas para o sexo no casamento é uma catástrofe iminente.

E o que tem acontecido com boa parte dos casais casados? Um ou outro tem trazido para o leito de prazer comportamento e princípio sexuais completamente mundanos, de quem ainda não recebeu o Espírito de DEUS, tais como agressão moral e física consentida, certas práticas animalescas (assistir filmes pornográficos) etc. Em outro extremo, homens ou mulheres cristãos, que pensam ter se transfigurado em anjo, também deixam de viver a plenitude sexual no casamento por pensarem infringir as leis divinas de santidade. Por exemplo: conheci um caso em que o marido não permitia que a esposa nem olhasse para ele no momento do ato sexual e nem tocasse em seu corpo. Outro caso: quando a esposa sugeriu uma nova posição, o marido a taxou de “suja” e “cheia do espírito de Jezabel”. Tal postura é reflexo do modelo de igreja ortodoxa e ultrapassada, que influenciou o pensamento de muitos, e na qual o tema sexo era completamente ignorado.

Ao falar da última atitude por ele descrita como “ultrapassada”, o autor, possivelmente um pastor, não consegue descrever o que não seria “ultrapassado”, o que não seria “ortodoxo”. No final, ele diz que o sexo deve ser “um exercício de amor e prazer” ao invés de uma “‘descarga das tensões’ do dia a dia”. Ele começa falando da forte insatisfação das mulheres evangélicas em relação ao desempenho sexual de seus maridos. Como, por exemplo, os autores do site lidam com isso? Outro autor, respondendo à pergunta de uma mulher que diz gostar de fazer sexo anal com o marido e perguntando se isso é pecado, ele responde:

Querida filha, o sexo anal é prejudicial a sua saúde, você poderá muito em breve ter incontinência fecal. Sabe o que significa isso? É perder o controle das sua propria feses, é terrivel.

Com relação ao perdão de Deus o corpo é o templo do Espirito Santo todas as veses que fazemos algo que prejudica o corpo estamos em pecado, porém quando nos arrependemos e deixamos o pecado, Deus perdoa. Isso não quer dizer que Deus possa tirar as conseqüências. Isso Deus não costuma fazer. Deixe de ter relações anais que será muito bom para seu corpo, e mente, você se sentirá melhor. Converse com seu marido, ele vai entender. Tenho certeza que ele nao quer vê-la doente.

Façam planos de participar de um encontro de casais. Tenho certeza que será muito bom para vocês. São palestras ótimas sobre varios assuntos.

Nas instituições protestantes, manter o controle sobre o corpo, e consequentemente, sobre a conduta dos indivíduos, inclusive na vida privada, também é uma forma de controle sobre as consciências, uma forma evidentemente de exercício de poder, que tende a legitimar a autoridade do pastor ou do conselheiro como intermediário entre Deus, ou uma interpretação pretensamente correta da Bíblia, e a conduta dos fiéis. Por outro lado, o gesto de perguntar sobre atitudes que são “corretas” para um casal entre quatro paredes, demonstra, por parte dessas pessoas, tanto um estado de medo de sair das prescrições religiosas como também incapacidade de reger a própria conduta, mesmo em aspectos que, pelo menos em tese, diriam respeito apenas ao casal.

Além da internet, há uma extensa bibliografia protestante sobre namoro e casamento, livros de autoajuda para casais em crise, revistas, panfletos, mensagens religiosas em DVD, etc. Se, por um lado, as igrejas protestantes tentam positivar o sexo como uma “dádiva de Deus”, ou uma “bênção de Deus”, por outro lado, a tentativa de regular o comportamento dos jovens forçando-os a casar-se no civil tem gerado crises de identidade, evasões ou, simplesmente, “transgressões” silenciosas por parte deles. Nesse sentido, os aconselhamentos, ao invés de serem momentos para proporcionarem conhecimento do próprio corpo e mostrar a naturalidade do desejo e da prática sexual, terminam se tornando um pesadelo ao tentar se mostrar, na Bíblia, regras para serem seguidas. Ao fazer isso, esses líderes religiosos ignoram os condicionamentos históricos da sociedade hebraica na Antiguidade, bem como as enormes diferenças culturais entre aquela sociedade e a nossa. E ao tentarem buscar em seu livro sagrado todas as respostas para a conduta cristã a serem seguidas “ao pé da letra”, essas igrejas criam fortes dificuldades psicossociais no significado que as pessoas dão ao seu corpo e na forma como usufruem dele.

Nesse sentido, essas igrejas fazem os jovens se sentirem culpados pelos próprios desejos e transformam ações que a medicina considera saudáveis (como a masturbação masculina e feminina e a prática frequente de relações sexuais) em tabus, proibições, atos que acarretam a ira de Deus, desencadeando o medo, as crises pessoais e auto-flagelação psicológica. Para o protestantismo, as dificuldades de lidar com essas questões não são revertidas em auto-crítica de seus próprios princípios e valores, mas, ao contrário, em um fechamento cada vez maior e reafirmação mais contundente dos dogmas estabelecidos. Numa pregação sobre sexo e casamento, o pastor assembleiano Silas Malafaia afirmou:

Agora eu quero só deixar, só pra salientar, aqui tem muita gente solteira. Eu quero dizer pra você, que tá me vendo pela televisão: relações sexuais fora do padrão do casamento é pecado; aprenda a esperar. Relações sexuais precipitadas, sabe o que tem acontecido? Mães precoces, abortos, casamentos para darem satisfação social. Espera moço, espera moça, ora a Deus, peça a Deus […], se você é viúva ou viúvo, também a mesma coisa […], ore a Deus, peça a Deus pra te dar uma companheira, pra que você seja fiel a ela e ela você, pra que você cumpra na vida o desejo, o modelo e o padrão de Deus para a sexualidade aqui nessa Terra. […] não permita que o Diabo, por causa da paixão e da vontade venha a quebrar o vínculo da unicidade, peça a Deus força, se alguém tá te tentando, caia fora, não seja adúltero, seja fiel […]. Deus abençoe cada moço e cada moça que aprenda a esperar a hora, porque antes da hora é desgraça, é precipitação. 

Sabemos, porém, que há uma multiplicidade de tendências dentro do protestantismo e que as formas também são diversas de lidar com alguns temas como vestuário, corte de cabelo, divórcio. Essas, no entanto, são questões marginais de regulamentação do comportamento do fiel; no que diz respeito a temas como sexo antes do casamento, homossexualidade e masturbação suas posições quase não diferem, sendo marcadas, em geral, pela reprovação e denegação de quem as pratica. Algumas igrejas já criaram sex shop, linhas de lingeries e outros artifícios para apimentar a vida dos casais. Como o protestantismo é muito heterogêneo, as ofertas variam muito dependendo da igreja, de sua localização, de seu público. Mas a liberalização é sempre homeopática, além de ser exceção. A regra é o enrijecimento e o fechamento.

O trecho do discurso acima reproduzido do pastor ilustra isso na medida em que ele atribui os abortos e frustrações amorosas apenas a relações sexuais realizadas antes do casamento. Sua afirmação, no entanto, vai de encontro à primeira citação deste texto, retirada do site “sexo cristão”, em que o autor do texto diz que a maior parte das mulheres casadas que o procuravam estavam insatisfeitas e, ou já tinham traído, ou pensavam em trair. No final do discurso de Malafaia, a afirmação de que “antes da hora é desgraça” pode se tornar uma forma de intimidação e de amedrontamento ao tratar de forma jocosa a prática sexual fora do casamento. Para o pastor, somente esta engendra problemas psicossociais. Durante toda a sua mensagem, ao tentar, como é de praxe, buscar na Bíblia a legitimidade para seu discurso, ele apela à consciência religiosa dos fiéis, de que há um padrão de Deus, fora do qual tudo estaria errado, tudo traria infortúnios, tudo seria ruim e do Diabo. Tal discurso apenas reproduz, numa forma contemporânea, o pensamento calvinista de que o sexo é um remédio para o homem, de que o corpo é mal e por isso o casamento foi instituído por Deus para saciar esse desejo do homem. Nesse sentido, o corpo, prisão da alma, estaria sujeito ao sexo  apenas dentro do casamento, prisão do desejo.

Ao tentar apoiar seus discursos na Bíblia para legitimar suas doutrinas e denegar a cultura secular como efêmera e passível da ira divina, as igrejas evangélicas mantêm sua tensão com o mundo secular mas ignoram que as práticas sexuais que reprovam são frequentes tanto entre alguns líderes como por parte de muitos fiéis, mas como elas não vêm à tona e são realizadas em sigilo é difícil precisar sua frequência e a quantidade de pessoas que violam as normas. Se o discurso nem sempre condiz com as práticas, eles, porém, são um forte elemento para se trabalhar ao menos as tentativas de regulação do corpo e as formas de repressão sexuais instituídas e apontadas como corretas por sua liderança.

Para o protestantismo, a modernidade e sua mais recente faceta, a pós-modernidade, representam não uma oportunidade de se pensar práticas sociais mais humanas e menos repressivas, mas um desafio contra o qual é preciso lutar com todas as forças que a retórica pode proporcionar. Sua crescente inserção na mídia, por exemplo, tem lhes proporcionado maior visibilidade, como tem feito suas visões de mundo, seus conceitos e preconceitos ecoarem mais audivelmente, acompanhada de seu amplo mercado editorial para atender as demandas de seus fiéis. A repressão, porém, continua um forte elemento integrante de seus discursos, malgrado suas tentativas de liberalização em outros campos, a questão sexual e suas implicações no cotidiano ainda permanecem como temas delicados para eles e seus embates com com os desvios da doutrina por parte dos fiéis tendem a crescer à medida que a reafirmação dos dogmas forem vistos como prescrição divina. A esse respeito, reproduzo o trecho de um artigo de um estudioso do assunto:

A pedagogia sexual do Protestantismo brasileiro reproduz as formas apresentadas pelo Protestantismo puritano norte-americano: a sexualidade da norma, sem nenhum referencial à identidade do sujeito e sem nenhuma referência ao prazer. Trata-se, na verdade, de uma sexualidade ascética, cujo objetivo central é a funcionalidade do matrimônio e a geração de filhos. A dimensão do corpo, nesta expressão sexual, é aquele da máquina que deve funcionar apenas para atingir os objetivos propostos sem nenhuma consideração pela liberdade, autodeterminação e criatividade do sujeito envolvido. O corpo é tratado como um objeto que não tem existência em si mesmo; ele deve funcionar a partir de princípios externos e alheios ao sujeito.

GOMES, Antonio Maspoli de Araújo. As Representações Sociais do Cropo e da Sexualidade no Protestantismo Brasileiro

De um modo geral, ao ver o corpo como “templo do Espírito Santo”, a doutrina cristã cria uma forte dicotomia entre o sagrado e o secular, pois, sendo tal templo, ele não pode ser profanado pelo pecado; para ser morada de Deus é necessário que o cristão se mantenha afastado das tentações e das práticas não voltadas para a espiritualidade, pois o corpo é essencialmente mau, efêmero, decadente, pecaminoso e cumpre subjugá-lo com práticas de jejuns e orações a fim de “mortificar” seus desejos; para o protestantismo, o casamento civil é o ato que dá legitimidade aos olhos de Deus para a prática do sexo; nesse sentido, há uma tendência à perpetuação da tradição patriarcal, do sexo visto como elemento para procriação e de sustentação do status quo, ao se conferir a um ato reconhecido pelo Estado de direito a importância e a grandeza de algo inquebrável e inquestionável. Além disso, para essas pessoas, pouco tem adiantado os esclarecimentos da medicina e da psicologia contemporâneas sobre a sexualidade, permanecendo a negativação do corpo, dos desejos e em muitos casos a auto-repressão pelo medo.

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7 thoughts on “Protestantismo e repressão sexual

  1. Nancy 20/11/2012 / 23:55

    Olá,

    Achei muito interessante este Post. Parabéns!

  2. Gabriel Ramos Tavares de Pinho 25/08/2015 / 0:36

    Professor Bertone,parabens pelo artigo,mto bom,te pergunto se no cristianismo primitivo essa repressao sexual ja estava presente?quando ela se iniciou?

  3. aline 24/12/2015 / 23:54

    Perfeito eu vivi essa repressão dentro da igreja. Tudo verdade, parabéns!

  4. Rivaldo 19/09/2016 / 0:12

    Muito bom!

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