Por que Lula e o PT não devem voltar à presidência

LulaLula deixou a presidência da República em 2010 com cerca de 85% de aprovação e apenas cinco anos depois do Mensalão, pelo qual foi poupado de um impeachment. Além da aprovação recorde, Lula também nos deixou um duro legado: os postes sem luz Dilma e Temer e sua política de arrochos fiscais e retração do bem-estar social. Agora Lula está preso e em hipótese alguma nem ele nem seu partido devem voltar ao Planalto. Continuar lendo

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Cursos universitários sobre o “golpe” de 2016: aonde vamos chegar?

golpe-7Um professor da Universidade de Brasília organiza um curso sobre o que ele chama de golpe de 2016, numa referência ao impeachment da ex-presidente Dilma. O MEC intervém. O ministro da Educação Mendonça Filho diz que a universidade não pode usar da liberdade de cátedra para fazer propaganda ideológica. O caso repercute. A atitude do ministro gera um efeito dominó. Em poucos dias, cursos sobre “golpe de 2016” são organizados em pelo menos dez universidades públicas Brasil afora. Estava errado o professor da UnB. Estava mais errado ainda o ministro da Educação. Continuar lendo

Por que precisamos do politicamente correto

politicamente-corretoPara desespero de muitos que se colocam como conservadores, o politicamente correto veio para ficar, e não por acaso: se trata de uma postura voltada para a positivação de grupos que sofreram e ainda sofrem formas variadas de discriminação, exclusão e estigmatização, com destaque para negros, homossexuais e mulheres, ao que também podemos acrescentar indígenas e idosos, por exemplo. Continuar lendo

TROTSKY

trotskyNestes cem anos de Revolução Russa, Trotsky continua a ser um dos personagens mais venerados pela esquerda. Isso se deve em parte às suas divergências de Stálin acerca da Revolução Mundial e em parte ao fato de ter sido vítima dele num atentado contra sua vida. Também se deve ao fato de Trotsky ter sido um hábil orador e excelente escritor, mas o fato é que seu papel na Revolução foi bem menos inspirador do que parte da esquerda política acredita. Continuar lendo

Por que não sou (mais) de esquerda

manifestação-de-esquerdaAinda existem duas formas de esquerda política no Brasil: a extrema-esquerda, professada por PSOL, PSTU, PCO, PCB, movimentos sindicais ligados a esses partidos e tem como característica o discurso extemporâneo da Guerra Fria, o anticapitalismo e até a defesa intransigente do socialismo. A outra frente é a esquerda moderada, com perfil socialdemocrata, e tinha no PT seu principal representante que, de 2003 ao impeachment de Dilma Rousseff, levou a reboque outras legendas como PDT, PSB, PC do B. Continuar lendo